Dados de satélite revelam mudanças assimétricas em florescimentos oceânicos de altas latitudes
Cientistas usaram dados de satélite para estudar florescimentos oceânicos em altas latitudes de 2007 a 2022. Eles descobriram que a fase em que a matéria vegetal diminui está se estendendo mais rápido do que a fase de crescimento.
Resumo rápido: Cientistas usaram dados de satélite para estudar florescimentos oceânicos em altas latitudes de 2007 a 2022. Eles descobriram que a fase em que a matéria vegetal diminui está se estendendo mais rápido do que a fase de crescimento.
Enquanto as plantas terrestres mantêm um equilíbrio constante entre o crescimento e a morte, cientistas recentemente se perguntaram se o oceano aberto segue a mesma regra.
O que aconteceu, em palavras simples
Pesquisadores combinaram LiDAR de satélite, que usa luz laser para medir superfícies, e dados de cor dos oceanos abrangendo de 2007 a 2022 para rastrear a cronologia da vida marinha. Eles descobriram que os florescimentos oceânicos em altas latitudes são variáveis e assimétricos, o que significa que eles não crescem e diminuem em proporções iguais. Especificamente, a fase de declínio da clorofila está se alongando muito mais rápido do que a fase de aumento.
Pontos principais
- Rastreamento por satélite da cronologia oceânica: Cientistas usaram LiDAR de satélite e dados de cor dos oceanos coletados entre 2007 e 2022 para estudar a fenologia marinha, que é a cronologia dos eventos biológicos sazonais no mar.
- Fases de florescimento desiguais: Em áreas de altas latitudes, o tempo que os florescimentos levam para crescer e diminuir é desequilibrado. A fase de aumento da clorofila ficou mais longa por alguns dias, mas a fase de declínio se estendeu muito mais.
- Diferenças hemisféricas: Verificações ambientais mostram padrões diferentes entre os oceanos de altas latitudes do norte e do sul, o que se relaciona aos seus distintos suprimentos de nutrientes.
Termos explicados
- fenologia marinha — O estudo da cronologia de eventos biológicos recorrentes no oceano, como florescimentos sazonais de algas. Exemplo: Notar quando as flores da primavera desabrocham no seu jardim mais cedo a cada ano é um estudo da cronologia sazonal.
- clorofila — Um pigmento verde encontrado em plantas e algas marinhas que as ajuda a capturar a luz solar. Exemplo: A cor verde que você vê dentro das folhas de plantas e de algas de lagoa.
- LiDAR — Um método de sensoriamento remoto que usa luz laser para medir distâncias e mapear feições. Exemplo: Um dispositivo que rebate feixes de laser em objetos para medir a que distância eles estão.
Por que isso importa
Esta pesquisa fornece aos cientistas uma base de observações para ajudar a avaliar futuras ligações entre a cronologia oceânica, mudanças nos ecossistemas e ciclos químicos polares à medida que o clima muda.
O que ainda não sabemos
A fonte observa que se essas regras se aplicavam ao oceano permanecia incerto anteriormente, e o estudo fornece uma base observacional em vez de um panorama completo de todas as mudanças futuras nos ecossistemas.
Com base em reportagem de Nature Communications. Este é um texto explicativo independente, escrito com palavras próprias e auxílio de IA; Nature Communications não o revisou nem o endossou. Leia o original para ver todos os detalhes.